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Quando nos tornamos responsável por uma criança, normalmente nos questionamos se estamos educando bem, fazendo a coisa certa, criando da melhor forma, se elas estão seguras, muitas coisas passam em nossa cabeça. Enquanto tutores e ao mesmo tempo sobreviventes desse mundão, nos preocupamos com o como será o envolvimento dessa criança com o mundo real, mas, de fato, o que deve ocupar nossa mente e mover nossas ações?

É preciso cuidar, e para isso, impreterivelmente ser presente. Esse motivo já é o bastante para monitorarmos nossas ações. É por meio da relação pais x filhos que os valores de vida são estabelecidos e os conhecimentos validados.

Para a criança, quanto maior proximidade, maior será o sentimento de segurança e amor. Essa relação é construída de forma gradativa por meio de conversas, sorrisos, contato físico como abraço, beijo, colo, e como é bom poder segurar nosso bem mais precioso nos braços e dizer eu te amo não é mesmo? Se você tem dificuldade em dizer isso a seu filho(a), te oriento e romper essa barreira, sem dúvida será um divisor de águas na vida dele(a), mas primeiramente será libertador para você.

Outra forma de estabelecer uma relação saudável com seu filho(a) é corrigindo o(a). Quando corrigimos a criança estamos validando o princípio da boa educação, ajustando no caminho correto enquanto é tempo. Vou te explicar melhor com um exemplo.

Quando plantamos uma muda de árvore é necessário apoiar o tronco dessa planta com uma estaca, para que ela cresça da forma correta. Para a árvore crescer, ficar forte e se sustentar, ela precisa que suas raízes sejam profundas e firmes, e isso leva tempo. A árvore precisa ser regada, cuidada, podada constantemente, mas, até que todo esse processo de fortificação ocorra, à estaca exerce um papel fundamental. Assim são os pais com os filhos. Nossas crianças são as mudas e nós as estacas. Se não formos fortes para corrigir a estrutura da árvore, em algum momento ela poderá sofrer com a instabilidade, fraqueza, falta de sustentação, murchar e perder a vida.

O vínculo saudável entre pais e filhos é capaz de transpor muitos conflitos, além de propiciar o desenvolvimento de habilidades emocionais, vocabulário, referência crítica e afeto.

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